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HISTÓRIA

Conheça a vitoriosa trajetória do Mercedes-Benz Challenge

2011 - O início
Em 2011, a Mercedes-Benz voltou a suas origens e buscou inspiração em sua tradição no automobilismo mundial para lançar no Brasil uma nova categoria: o Mercedes-Benz Grand Challenge. Em seu primeiro ano, a categoria foi disputada com 8 etapas em rodada dupla, todas em conjunto com o Itaipava GT Brasil.

O grid de largada da prova inaugural, disputada no dia 21 de maio no Autódromo Internacional de Curitiba, em Pinhais, região metropolitana da capital paranaense, foi composto ao todo por 22 pilotos, que utilizaram os modelos oficiais Mercedes-Benz Classe C 250 CGI.

Com cinco vitórias nas 16 corridas da temporada, a dupla de pilotos João Campos e Márcio Campos, pai e filho, garantiram o título do Mercedes-Benz Grand Challenge.

2012 - O ano da afirmação
Alterações no regulamento e sistema de disputa asseguraram ainda mais competitidade e equilíbrio à segunda temporada do Mercedes-Benz Grand Challenge. Além da categoria tradicional, entrou em cena ainda a categoria Master, específica para os pilotos Bronze, sem limite de idade. Ao final das 8 etapas da temporada a dupla de pilotos João Campos e Márcio Campos, da equipe Sicredi Racing e a bordo do Mercedes-Benz C 250 Turbo, assegurou o bicampeonato do Mercedes-Benz Grand Challenge.

2013 - Emoção à flor da pele
Em sua terceira temporada, o palco de estréia do Mercedes-Benz Grand Challenge foi o Circuito de Rua do Anhembi, em São Paulo. Compondo o Campeonato Brasileiro de Gran Turismo, a competição, que contou com o modelo oficial Mercedes-Benz C 250 Turbo, visitou ainda os autódromos de Curitiba, Interlagos e Santa Cruz do Sul, e foi decidida nas últimas curvas da prova final, em Tarumã-RS

Com os pilotos Neto De Nigris, correndo pela equipe Europamotors-Gramacho Racing, e Márcio Campos, representante da Sicredi Racing, rigorosamente empatados com 125 pontos o campeonato foi decidido pelo número de vitórias - duas de De Nigris contra três de Campos, atual tricampeão da categoria.

2014 – Novidades e nível acima da média
A quarta temporada do Mercedes-Benz Challenge começou recheada de novidades, como a estreia do modelo CLA 45 AMG Racing Series para compor a classe principal da categoria (CLA AMG Cup), correndo junto dos C250 Turbo que passaram a integrar a classe light (C250 Cup). Pilotos lutando pelo bicampeonato e mais, para escrever o nome na história como o primeiro campeão de um modelo Mercedes que estreou em competições justamente no Brasil.

A honra coube a Arnaldo Diniz  Filho, que com a equipe Comark Racing conquistou duas vitórias e duas pole positions, terminando o campeonato com 94 pontos. Mas a tarefa não foi nada fácil. O vice-campeão Rodrigo Hanashiro terminou apenas três prontos atrás de Arnaldo. Neto de Nigris, campeão de 2013, fechou a competição em terceiro lugar mas faturou o título da CLA AMG Cup Master.

Na C250 Cup, Christian Möhr fechou o ano com 106 pontos e uma vitória pela RSports Racing com apenas sete pontos de vantagem para Cesare Marrucci, da Cordova Motorsports; enquanto na C250 Cup Master o título ficou nas mãos da dupla da Paioli Racing, formada por Marcos Paioli e Peter Gottschalk com 122 pontos, 11 a mais do que o vice-campeão Beto Rossi.

2015 – Grandes disputas
Foram quatro vencedores diferentes na CLA AMG Cup e a disputa pelo título sendo polarizada entre Fernando Júnior e Adriano Rabelo, dupla responsável por cinco das oito vitórias disputadas na temporada. O cearense da Cordova Motorsport começou na frente vencendo as duas primeiras corridas, mas o gaúcho da WCR Team se recuperou e passou o concorrente apresentando um desempenho constante e um ritmo fortíssimo e subiu ao pódio sete vezes em oito provas.

Na CLA Master, Carlos Kray também foi um frequentador assíduo do pódio com sete presenças entre os três primeiros (com duas vitórias), e foi o campeão em cima de Neto De Nigris.

A classe C250 Cup teve disputa apertadíssima entre Peter Michel Gottschalk e a dupla formada por Luiz Sena Jr e Cleiton Campos. Os postulantes ao título chegaram a Interlagos para a etapa final separados por apenas três pontos. Foi a briga das vitórias contra a regularidade, e com quatro triunfos, Peter “Tubarão” levou a melhor na disputa.

A dupla formada por Marcos Paioli/Peter Gottschalk chegou à final empatada com Betinho Sartório. Briga interna na equipe Paioli Racing pelo título da C250 Master. A experiente dupla, no entanto, presente no pódio em todas as corridas do ano, acabou levando a melhor.

Um dos pontos altos da temporada foi a sétima e penúltima etapa, em Interlagos. A corrida foi um dos eventos preliminares do Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1. 

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